STJ pede que OAB investigue atuação de advogado
Por Pedro Canário

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil vai decidir se abre processo disciplinar contra o advogado Carlos Roberto Siqueira Castro, um de seus 81 conselheiros federais e fundador do segundo maior escritório de advocacia do país. O motivo é a insistência do advogado em continuar patrocinando um bilionário processo, do qual foi destituído por suposta quebra de confiança. Por decisão do Superior Tribunal de Justiça, serão encaminhadas cópias dos autos de uma Reclamação envolvendo a expropriação do terreno do Aeroporto Galeão à OAB e ao Conselho Nacional de Justiça, questionando atuação de um desembargador do Rio de Janeiro.

É mais um capítulo da causa que virou novela, da qual participam a Cia Brazília, empresa de quem o terreno foi expropriado nos anos 1940, e a União, que expropriou o terreno e o devolveu à Aeronáutica. No dia 18 de novembro, a 1ª Seção do STJ decidiu, por unanimidade, encaminhar cópia dos autos do processo à OAB e ao CNJ “para que seja investigada a ocorrência de eventuais irregularidades” no decorrer do caso.

Foram enviados às instituições Embargos de Declaração impetrados por Siqueira Castro contra a decisão da 2ª Turma do STJ que o tirou do posto de advogado e liquidante da Cia Brazília. O relator do caso é o ministro Mauro Campbell. A decisão foi proferida na Reclamação 5.685, interposta pelo atual liquidante da empresa, o advogado Levi Ávila da Fonseca, cujo escritório, hoje, representa a companhia judicialmente. Levi Ávila era liquidante interveniente à época da contratação de Siqueira Castro e firmou a procuração dada ao escritório.

Tanto na Reclamação de Ávila quanto nos Embargos de Siqueira Castro, o Ministério Público Federal opinou em favor da Cia Brazília. A sugestão de enviar cópias dos autos à OAB e ao CNJ foi do Ministério Público Federal. Em parecer enviado ao STJ nas duas ocasiões, o subprocurador-geral da República Geraldo Brindeiro afirma que, “ante a flagrante (e dir-se-ia curiosa) evidência do desrespeito às decisões desta Corte (STJ), é recomendável que se extraiam peças dos autos para instruir ofícios a serem encaminhados para o Conselho Nacional de Justiça e à Ordem dos Advogados do Brasil para que seja investigada a ocorrência de eventuais irregularidades”.

A Reclamação da Cia Brazília foi interposta por conta de uma série de fatos “inéditos” no decorrer do processo, conforme consta dos autos. Siqueira Castro assumiu a causa em 2004, quando ela foi retomada, depois de mais de 50 anos de maus resultados — o processo foi levado à Justiça carioca em 1951. A remuneração foi condicionada à vitória. Pela procuração, segundo o que foi alegado ao STJ, Siqueira Castro teria direito “à totalidade da indenização, comprometendo-se a repassar aos acionistas [da Cia Brazília] menos de 2% do valor estimado da condenação, quando e apenas se tivesse êxito”.

Depois de seis anos, quando a disputa estava para ser examinada pelo STJ, o advogado foi dispensado pelos acionistas da empresa. A retirada aconteceu no ano passado. Com isso, Siqueira Castro também foi retirado do posto de liquidante. Está nos autos que “diante de inúmeros comportamentos que não condizem com o ofício da advocacia, teria havido quebra de confiança entre a Companhia Brazília e o Dr. Carlos Roberto Siqueira Castro”.

Os motivos dessa “quebra de confiança” não foram expostos à reportagem da ConJur. Entretanto, consta dos autos do processo que a empresa sofreu “inúmeras ameaças da parte do ilustre advogado de que ele, com seu prestígio pessoal e valendo-se da condição de Conselheiro Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, iria sempre prejudicar os destinos da causa, na hipótese de seu afastamento ou de revogação do patrocínio”. De acordo com as alegações feitas ao STJ, “afirmava o renomado advogado que a redação dele era primorosa e que as cláusulas de irrevogabilidade e irretratabilidade da operação engendrada faziam dele senhor e dono do processo, mormente porquanto suposto detentor de grande prestígio junto a magistrados em diversas instâncias do Poder Judiciário”.

Levi Ávila e seu escritório, então, foram contratados. Ávila foi escolhido em assembleia geral o novo liquidante da empresa. Já no comando, suas primeiras ações foram afastar Siqueira Castro do caso e impetrar uma Exceção de Suspeição contra o desembargador Jorge Luiz Habib, do TJ do Rio de Janeiro. Habib, em meados de 2011, concedeu liminar em Agravo de Instrumento, para que Siqueira Castro voltasse ao caso. A decisão veio depois de o advogado já ter sido afastado pelo STJ, quando do julgamento do Recurso Especial que trata da indenização pela expropriação do terreno do Galeão. E também de já ter sido mantido fora do caso pela 44ª Vara Cível da Comarca do Rio de Janeiro.

Por telefone, Levi Ávila afirmou à ConJur que “a Exceção foi arguida porque a decisão [de Habib] foi extremamente teratológica”. Nos autos da Reclamação ao STJ, porém, há a descrição de que Habib “se arvorou no direito de ordenar” ao STJ que volte atrás de sua própria decisão. Nos autos da Reclamação 5.685, consta que o desembargador Habib protagonizou uma “muito provavelmente inédita situação” ao desrespeitar o princípio da hierarquia entre tribunais. A liminar emitida pelo desembargador Jorge Habib, segundo a Cia Brazília, “assusta”.

Ainda de acordo com os autos do processo, a relação entre Siqueira Castro e Cia Brazília já começou mal. Quando o “eminente advogado” carioca foi contratado, ele elaborou um “leonino e ilegal” documento que lhe dava direitos de representar a empresa perante a Justiça, atuar como seu liquidante (autoridade máxima de uma companhia, quando ela entra em fase de liquidação) e ainda ficar com o dinheiro devido pela expropriação.

A causa, segundo Levi Ávila, gira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões — e não R$ 17 bilhões, como vinha sendo divulgado. Pela procuração, Siqueira Castro teria direito “à totalidade da indenização, comprometendo-se a repassar aos acionistas [da Cia Brazília] menos de 2% do valor estimado da condenação, quando e apenas se tivesse êxito”.

Segundo as alegações de Ávila no processo, por meio desse contrato, Siqueira Castro teria subvertido as relações do processo — deixou de ser o advogado, e passou a ser o “dono” da causa. Preocupados com esse contrato, os acionistas buscaram meios de denunciar a atuação de seu advogado. Finalmente, no ano passado, já com Ávila no comando, a Cia Brazília pediu a troca de seus advogados e a consequente retirada de Siqueira Castro do posto de liquidante.

Vale-tudo
Um mês depois do afastamento, Siqueira Castro contestou novamente a decisão no STJ, com Ação Cautelar. Alegou que a procuração dava-lhe poderes irrevogáveis. O ministro Mauro Campbell, relator do Recurso Especial que trata do caso Galeão, rejeitou o pedido. Decidiu monocraticamente que não havia Recurso Especial específico sobre o assunto e, portanto, o STJ não tinha competência para julgar a cautelar.

Ao mesmo tempo, Siqueira Castro pediu, nos autos principais do processo, para ser mantido como advogado da Cia Brazília. Campbell, mais uma vez, negou. Disse que o contrato em questão pode ser revogado por qualquer uma das partes, pois está baseado na confiança. “Tem o mandante a faculdade de revogá-lo unilateralmente a qualquer tempo, a despeito da cláusula de irrevogabilidade”, decidiu monocraticamente. Castro não agravou, para que a 2ª Turma se pronunciasse, e o caso transitou em julgado.

Mas o advogado não se deu por vencido. Entrou com Agravo Regimental no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, onde está sediada a empresa, para tentar reassumir a função. Lá, alegou que a decisão de tirá-lo do processo foi “de má-fé”. Afirmou também que, como o contrato cedia-lhe 100% dos créditos da causa, ele seria o maior interessado em dar andamento ao processo — e não em deixar os autos dormitando em seu escritório, como alegou a empresa. Para Siqueira Castro, “são evidentes os danos que a Agravante [o escritório de Siqueira Castro] poderá sofrer”, caso não pudesse voltar ao caso. O desembargador Jorge Luiz Habib concedeu a liminar.

Por conta desse episódio, Levi Ávila entrou com uma Exceção de Suspeição contra o desembargador Habib. O caso está em segredo de Justiça na Órgão Especial do TJ do Rio, sob o número 0020602-27.2011.8.19.0000. Também contra a decisão, Levi Ávila entrou com uma Reclamação, de número 5.685, no STJ, concedida pela 2ª Turma.

Os ministros da Turma decidiram, além de manter Siqueira Castro fora do caso, enviar peças do processo para apreciação da OAB. Os ministros estranham a atuação do advogado, tido como experiente e respeitado, no caso. Siqueira Castro embargou a decisão da Turma e a levou à 1ª Seção. Sem sucesso. Os ministros Mauro Campbell (relator), Benedito Gonçalves, Cesar Asfor Rocha, Teori Zavascki, Arnaldo Esteves Lima, Humberto Martins, Herman Benjamin e Napoleão Nunes Maia Filho julgaram que a OAB precisa se pronunciar sobre a atuação de seu conselheiro federal. Reservadamente, ministros avaliam que o advogado passou dos limites.

Mas o caso ainda não chegou ao conhecimento do Conselho Federal da OAB, segundo seu presidente, Ophir Cavalcante. “O que posso dizer é que quando [o processo] chegar aqui, será instalado o devido processo legal para apurar o possível desvio ético na atuação do profissional”, adiantou.

Procurado, o advogado e conselheiro federal da OAB Carlos Roberto Siqueira Castro não se pronunciou até o fechamento desta reportagem. Sua assessoria de imprensa, no entanto, classificou as alegações da empresa no processo de “absurdas”. Disse também ser “normal” o encaminhamento de cópias de autos à OAB “sempre que há um apontamento de irregularidade”.

REsp 894.911
Reclamação 5.685
Agravo de Instrumento 0012835-35.2011.8.19.0000 (TJ-RJ)
Ação Ordinária 00.0300742-1 (TJ-RJ)

Pedro Canário é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 19 de dezembro de 2011
FONTE http://www.conjur.com.br/2011-dez-19/stj-investigacao-oab-atuacao-advogado-processo

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Sobre César.

Liberdade é o direito de fazer tudo o que a lei permite. Montesquieu

Uma resposta »

  1. fernando oliveira disse:

    $$$$$$ESCRITORIO JURIDICO QUE DEFENDE A RENAULT BRASIL ” SIQUEIRA CASTRO” $$$$$$
    ALGUNS DOS ADVOGADOS CRETINOS

    Carlos Roberto Siqueira Castro,
    nascido no Rio de Janeiro, em 06-07-1949. Diplomado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Especializado nas áreas de Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Regulatório, Direito Internacional, Direito Civil, Direito Processual Civil, advocacia contenciosa, Licitações Públicas e Contratos Governamentais. “Master of Laws” (LL.M.) pela University of Michigan, Estados Unidos da América. Doutor em Direito Público pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Conselheiro Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.

    Presidente da “””$$ADVOC Latin America$$””” (www.advoc.com). Subprocuradorgeral da República, aposentado. Professor Titular de Direito Constitucional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. Professor Titular de Direito Constitucional da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC/Rio. Ex-professor Visitante da Faculté de Droit de LUniversité de Montpellier, na França. Ex-professor Visitante da Harvard Law School, nos Estados Unidos da América.

    Ex-secretário de Governo e de Administração do Estado do Rio de Janeiro. Ex-secretário de Governo do Município do Rio de Janeiro. Ex-procurador-chefe da Procuradoria Regional da República do Estado do Rio de Janeiro. Ex-chairman do Comitê Jurídico da Câmara de Comércio Americana para o Brasil (capítulo Rio de Janeiro).

    Autor de diversos livros e artigos jurídicos publicados no Brasil e no exterior, no campo do Direito Constitucional, Administrativo e Empresarial. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, do Instituto dos Advogados Brasileiros, do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional, da Associação Brasileira dos Constitucionalistas Democratas, da International Bar Association, da Associação dos Advogados do Estado de São Paulo.

    Hisashi Kataoka
    Área de atuação
    • Direito Civil
    • Direito Processual Civil
    • Direito do Consumidor
    • Advocacia Contenciosa

    Formação Acadêmica
    • Graduou-se pela Faculdade Nacional de Direito (FND) da Universidade Federal do Rio Janeiro (UFRJ), em 1971

    Associação/Entidades
    Membro da Ordem dos Advogados do Brasil/ RJ

    Experiência Profissional
    • Cerca de 40 anos de atuação nas áreas de Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito do Consumidor e Advocacia Contenciosa.
    • É Procurador de Justiça aposentado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e ex-promotor de Justiça.
    • Exerceu cargos em comissão (cargos de confiança) na Administração Pública do Estado do Rio de Janeiro e do Município do Rio de Janeiro, dentre os quais destacamos:
    • Assessor-Chefe da Assessoria Jurídica da Secretaria de Estado de Justiça
    • Assessor-Chefe da Assessoria Jurídica da Secretaria de Administração do Município do Rio de Janeiro
    • Coordenador Jurídico do Gabinete Civil da Governadoria do Estado
    • Assessor Especial do Gabinete Civil da Governadoria do Estado
    • Consultor Técnico-Administrativo e Assessor Jurídico do Gabinete Civil da Governadoria do Estado.

    Agradecimentos a DES. GILDA CARRAPATOSO por não ter dado andamento na verdade atraiçoada que colocaram contra minha gratuidade de justiça. APELAÇÃO CÍVEL N.º 0015631-88.2010.8.19.0208

    Caros amigos eu comprei um Magne dezembro de 2008, carro veio com uma série de defeitos foram umas 15 vezes indas e vidas da concessionaria, falei q queria outro carro o garente da AZZURRA PARIS CIDADE NOVA, me disse q alem de gerente era advogado eu falei q era um simples taxista, mais iria correr atraz do meu prejuizo… ele ainda deu uma risadinha
    contratei uma advogada e entrei na justiça Processo No 0001171-96.2010.8.19.0208
    Processo No 0015631-88.2010.8.19.0208.
    E tbm corri de outros lados pelo q tenho um pouco de conhecimento como de um iguinorante taxista.
    Primeiramente fui ver o certificado de qualidade da Renault ISO se estava de acordo
    Entre no site do INMETRO, no lado direito da colina clik em
    Empresas Certificadas ISO 9001.
    Agora em consulta as empresas
    Vai abrir um quadro para o Sr. Colocar a senha;
    clik em Solicitação de Assinatura! Um novo quadro ira aparecer não preencha nada, clik outra vez em consulta as empresas q ira entrar direto.
    É bom vSr. abrir duas abas a outra Sr. clik em organismos de certificação
    Para ver os códigos IAF, ESCOPO, NACE.
    Voltando em consulta as empresas coloque o nome da Renault e verifique os códigos e a empresa certificadora depois vá em organismos de certificação
    E veja os códigos onde se encaixam na fila IAF, ESCOPO, e clik nos codicos NACE.

    METROLOGIA “ISO” É CLARA UNIVERSALIDADE DA QUALIDADE, BEM A QUALIDADE AQUI NÃO É IGUAL A DA FRANÇA

    Pode entrar em um site de uma pequena fabrica fundo de quintal que fabrica peças na Itália

    http://www.birth.it/?page_id=492 ali vai ver os certificados pois La é obrigatório

    OS UNICOS Q SAEM LUCRANDO NESSA HISTORIA SÃO AS MONTADORAS, POIS ESSES CODIGOS ISO ALEM DE CUSTAREM UMA FOURTUNA TEM DE CONTRATAR PESSOAS QUALIFICADAS, LABORATORIO,peças q durem bem mais de 3 meses ETC ETC ETC E TAL… SAI BEM MAIS BARATO CONTRATAR O ESCRITORIO JURIDICO SIQUEIRA E CASTRO

    Mandei um email para ouvidoria do inmetro dizendo sobre falhas na certificação; diceram não estavam entendendo o q eu queria dizer “fud com a Renault”
    mandei um email de como funciona empresas desse tipo na europa as certificações como ISO 14000, 18000, 9001, 16949; o inmetro respondeu q essas empresas no brasil são voluntarias fazem se quiser; ” caros amigos um simples brinquedo antes de chegar as mãos de uma criança passa por ceveros e rigorosos testes, a propria cadeirinha de bebe do automovel, o propio pneu do automovel
    mais o automovel é voluntario, essas certificações vai custar em torno de NO MINIMO 50 milhões no primeiro ano se tudo correr certinho não é o caso gastar isso tudo com o consumidor iguinorante do brasil. O SAC é uma das caracteristicas do ISO para melhorias constantes, pega todas informações e fazem as melhorias , mais aqui no brasil é voluntario,

    Liguei para o cônsul da França tel (21)39746861 no dia 9/9/2010 as 10h20min, área comercial França Brasil, perguntei se a Renault estava cadastrada disseram me q sim q eu desejava com toda educação, pois bem, expliquei como a Renault esta trabalhando aqui no Brasil, pondo em risco a vida dos brasileiros, me disseram se a Renault trabalha assim no Brasil é pq a legislação permite e q a Renault França Não tem vinculo algum com a Renault Brasil, eu disse q na frança não funciona desse jeito a resposta foi q França é França Brasil é Brasil e q se eu achei alguma coisa errada procurasse o órgão competente em meu pais para ver se eu estou certo.
    La tem três pessoas q podem lhe atender Sr. Sergio Costa o mais arrogante, Sr Digue q fica em cima do muro e Sra. Márcia Ribeiro a MAIS FDP dos tres. “o codigo do consumidor é claro o produto não pode oferecer risco de vida, o produto q é voluntario em te dar qualidade e segurança!!!”
    Fui ver o orgão copetente do meu pais ministerio publico MP entrei com a denuncia e uma nota q a principio15 mil carros renault megane teriam falhas como desligar o motor e travar a direção em pleno movimento recall feito pelo telefone!!!Nº Protocolo: 101553
    mostrei ao promotor CARLOS ANDRESANO MOREIRA, sobre todo ocorrido como funciona certificações la fora, resumindo a historia pois ele tento defenfender a renault de todas as formas possiveis unhas e dentes, socos, madeirada etc…, dizendo q no Brasil as estradas são esburacadas, eu ainda disse q o combustivel era adulterado; ele tavendo como vc é inteligente, expliquei q na Europa ja tive um carro desses la a estrada é um tapete combustivel bom mais a Renault so da um ano de garantia como aqui no brasil pode dar três, ele dice não ser da sua jurisdição e q para mudar isso teria de ser uma comoção publica e ainda que isso eu estava fazendo para interece propio!; “15 mil carros com defeito recall feito pelo telefone e é interece propio!!!” antes de sair da sala perguntei se ele ja tinha ouvido falar no escritorio q defende a renault :SAHIONE ele dice ja ter ouvido falar mais não sabia muito bem quem era; depois falai sobre os outros CARLOS ROBERTO DE SIQUEIRA CASTRO e
    HISASHI KATAOKA disse nunca ter ouvido falar no nome desses adivogados, como eu ja espera essa resposta ja tinha imprimidi a foto dos dois com o curriculo e entreguei ao promotor e disse pra ele conhecer pois poderiam ser pessoas influentes no cetor juridico; ele assustado disse pode ser quem for q paga da mesma forma, eu disse espero promotor espero ” tomara q a justiça seja cega mesmo nesse ponto”

    entraram com uma inpuguinação comtra minha gratuidade de justiça, mandei varios emails para corregedoria geral onde não me deram muita atença e ainda me trataram mal mais tudo bem.

    fui dar uma olhada quanto a Renault pegou de emprestimos com BNDES 500 milhões de reais em dois anos para empregar 5 mil pessoas ( BNDES não quis comfirmar se foi somente isso pois pode ser muito mais q 500milhoes; isso é o q eu consegui ver) mandei um email para o ministerio da fazenda àrea da industria e comercio, dizendo como a renault funciona aqui no brasil, e como o BNDES faz emprestimos para uma empresa dessas, eles diceram q não era da jurisdição deles e repassaram para o BNDES me explicar o BNDES explicou q passa por 30 orgãos diferentes e um colegiado da mais auta ESTIRPE etc…; mandei outro email dizendo q nenhum do colegiado viu q a empresa não tinha as devidas certificações de qualidade, resumindo a historia, diceram q essa parte não era da jurisdição deles e sim da ANTT; enviei outro emailt dizendo q não era da ANTT e sim da ABNT ” O COLEGIADO DA MAIS AUTA ESTIRPE com integrandes de pos doutorado em Howard University
    mandei email No SAC da renault frança diceram para resolver com a Renault brasil, agora para vc mandar um email ao sac França vc tem de colocar N° chassi, europeu; telefone; endereço, se não tiver não é possivel fazer sua reclamação. não querem saber o q acontece em outro continente

    anexei no MP ONDE O PROMOTOR CARLOS ANDRESSANO ARQUIVOU

    entrei com recurso no conselho superior do mp sobre o arquivamento e a conduta do promotor

    CASO VCS NÃO SE LEMBREM, LA EM CIMA O CUNSUL DA FRANÇA DISSE PROCURAR O ÓRGÃO COPETENTE NO MEU PAIS

    fiu ver o certificação da renault trocaram tudo antes era apenas umas quatro linhas explicando a certificação agora são umas 20 paginas e ainda ta certificação invalida, uma empresa q ele inventaram chamada SISTEMAS DE FLUXO BRASIL IND. E COM. LTDA.

    COMO NOSSA Ministra Eliana Calmon DISSE, EXISTE B.A.N.D.I.D.O DE TOGA, PARA HAVER O B.A.N.D.I.D.O DE TOGA EXISTE O PROMOTOR, E TBM O INTERMEDIARIO “ADVOGADO”

    retirada do site quatro rodas
    http://quatrorodas.abril.com.br/autoservico/autodefesa/conteudo_262482.shtml

    Chamado secreto
    Novembro 2007
    Chamado secreto
    Renault convoca linha Mégane para reprogramar injeção eletrônica, mas faz diversos reparos no carro
    Por WALDEZ AMORIM
    Lista de matérias por data:

    O advogado Gabriel Garcia, de Campinas (SP), dirigia seu Mégane 1.6 16V 2007 na estrada a 120 km/h até que, de repente, o motor apagou. “Meu carro morreu, a luz da cabine acendeu e o volante travou, como se motor tivesse sido desligado”, diz Gabriel. Na concessionária, disseram que ele teria de trocar a bomba de combustível. “O atendente explicou que houve um problema no regulador de pressão de combustível, que fica na bomba”, diz o advogado. Mas esse não foi o único problema que ele teve. “Quando fui pegar o carro na minha garagem, encontrei o pára-brisa trincado. Na concessionária, trocaram na garantia”, afirma.

    O bancário Márcio Teruo Murakami, de Ribeirão Preto (SP), dono de um Mégane 1.6 2006, reclama dos insistentes barulhos nas portas dianteiras, principalmente nos alto-falantes e na maçaneta. “Já levei o carro várias vezes para ser consertado e volta do mesmo jeito”, diz ele. Já no Mégane 1.6 2006 do técnico Israel Santana, de São Paulo (SP), o problema é outro. “Meu carro teve o bocal do tanque trocado duas vezes, sempre com o defeito de uma das palhetas, que não fecha”, diz Israel.

    Ao contrário do que pode parecer, esses casos têm relação entre si. Todos se referem a modelos Mégane 2006 e 2007 com até 25 000 quilômetros cujos donos foram chamados por telefone para fazer uma “reprogramação da injeção eletrônica”. No entanto, quando os carros chegavam à autorizada, era feito mais que isso. Um concessionário Renault que não quer se identificar enviou a QUATRO RODAS um boletim de serviço da fabrica intitulado “Realinhamento Novo Mégane Confidencial”. O aviso pede aos concessionários que, ao receber os veículos para a reprogramação, façam revisão e correção nos itens que podem ocasionar defeitos. Segundo o comunicado, entre os principais itens a ser corrigidos estão bomba e tanque de combustível, fechaduras das portas, alto-falantes, pára-brisa e luz do airbag, entre outros. O documento informa ainda que os reparos atingem 11 300 carros da linha Mégane. Consultada, a própria Renault confirma que esses reparos são feitos durante a reprogramação (leia texto ao lado).

    Isso ajuda a explicar alguns contratempos que tivemos com nosso Mégane de Longa Duração. Comprado em outubro de 2006 e atualmente com 60299 quilômetros, ele apresentou defeito no marcador de combustível (resolvido com a troca da bomba de combustível), acendimento da luz de airbag (que às vezes retorna) e ruído nas portas (que persiste até hoje).

    O povo reclama
    – “Eu já troquei a bomba de combustível duas vezes. O carro demorava a funcionar e o motor falhava.”
    Carlos Winck, médico, Videira (SC), dono de um Mégane 1.6 2006

    – “Levei o carro à concessionária várias vezes por causa do forte cheiro de gasolina, mas não conseguiram resolver.”
    Yuri Fontenelle Melo, veterinário, Niterói (RJ), dono de um Mégane 2.0 2006

    Resposta
    A Renault diz que aproveita a reprogramação da injeção para fazer “evoluções técnicas” na linha Mégane (sedã e perua) e que tal procedimento é normal na vida útil de um veículo. A empresa explica que os reparos não são comunicados ao motorista porque eles não são iguais para todas as unidades chamadas……

    quatro rodas
    teste de longa duração megane.
    http://quatrorodas.abril.com.br/carros/duracao/conteudo_264400.shtmltopo

    – Pivô dos ruídos
    A folga nos pivôs das bandejas da suspensão dianteira trazia ruídos. Podia ter sido resolvido na última revisão. Os amortecedores dianteiros tinham aderência de 70% no direito e 50% no esquerdo. É uma diferença grande. Na traseira, tinham aderência de 64% e 58%.

    – Parafuso intruso
    O cavalete da pinça do freio dianteiro direito trazia parafuso diferente, sem a saia de metal. Ela ajuda a posicionar o cavalete, evitando desgaste de disco e pastilhas. O parafuso intruso tem rosca igual às demais e parece ser de bom material. Talvez não seja – e quebre.

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